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sábado, 20 de julho de 2013

Mais um das dezenas de casos que ocorrem em Itaituba

Já fizemos várias matéria sobre o tema, e parece que o episódio é sempre o mesmo. O aumento incessante de casos de violência contras mulheres em Itaituba e na região parece 
Vítima

ferida gravemente na perna por um garfo.escapou por um triz de morrer.
descambar para uma epidemia social de graves sequelas De acordo com a ONU em todo o planeta sete em cada dez mulheres serão estupradas ou vitimas de violências.
Mas como a sociedade deve lidar com essa ferida cada vez mais aberta e sangrenta? Em Itaituba dos vários casos que constatamos há aquele onde a vitima já está sob total domínio do agressor, que raramente fica preso o que leva a uma nova discussão se realmente a Lei Maria da Penha estaria contribuindo para reduzir a violência contra mulheres indefesas. 
Agressor raramente fica preso em Itaituba

Uma das razões é a total dependência econômica. Vamos usar aqui um nome fictício para ilustrar essa matéria. uma das vítimas na presença da escrivã Vãnia sem nenhum constrangimento admitiu que já perdeu a conta de quantas vezes já foi agredida pelo companheiro. Em todas elas fez a denúncia em seguida bateu o arrependimento. M.S.O de 29 anos mal sabe escrever o nome e na semana passada por pouco não foi assassinada pelo companheiro com quem vive uma relação conturbada.
Ele lhe causou ferimento na perna com um espeto, mas segundo a vítima a intenção dele era realmente matá-la, o que não ocorreu graças a intervenção de uma patrulha da Policia militar. Se fossemos enumerar aqui nesta reportagem as dezenas de casos que tem sido registrados tanto na delegacia da mulher, quanto na 19ª Seccional bastaria colocarmos uma ou duas histórias pois todas elas se assemelham, deixando transparecer que em Itaituba os maridos ou companheiros violentos não estão dando a mínima para a Lei Maria da Penha até porque em alguns casos ele pode pagar uma fiança e responder em liberdade o que deixa pressupor que quem tiver dinheiro pra pagar fiança pode bancar com a garantia de não ficar preso. 
M.S.N tinha 18 anos quando se apaixonou por Lucas, cinco anos mais velho. No começo tudo ia às mil maravilhas feito roteiro de comédia romântica. Depois vieram os problemas, ela entrou num inferno astral interminável. O seu príncipe encantado que a fez brigar com a família, abandonar trabalho e os estudos havia se transformado num marido violento e agressivo.
Por várias vezes em estado de fúria ele a espancava impiedosamente o que lhe forçava a usar óculos escuros para esconder agressão dos amigos e da família. Mesmo assim M.S.N, não conseguia tomar uma atitude firme de largar Lucas que continuava cada vez pior, principalmente quando chegava dos homéricos porres das sextas feiras. De uma certa feita M.N.S estava amamentando o filho do casal com apenas dois anos e levou um tapa que quase fez com que a criança caísse do seu colo. 
E pasmem na delegacia a vitima dizia que mesmo assim amava seu carrasco. E essa história não é nenhum roteiro de Hollywood não, é uma história comum que ocorre e vem ocorrendo todos os dias aqui em Itaituba... Apenas num final de semana nossa reportagem constatou mais de cinco casos dos mais variados da agressão física ao assédio moral, tortura psicológica etc...
Nazareno santos
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