'A nossa greve está indo para as mãos do juiz, ele que deve julgar o caso amanhã. Nós decidimos não aceitar a proposta que nós fizeram na semana passada e estamos certos de que o jeito será o dissídio', explicou Vandeniro Pereira, diretor do sindicato dos trabalhadores do Correios no Pará. Segundo Vandeniro, ainda na tarde desta segunda-feira (10) a categoria tentou mais uma vez negociar com a estatal, mas não houve acordo.
No Pará, os funcionários devem trabalhar normalmente nesta terça-feira (11) e no final do expediente, uma nova assembléia deve discutir o que foi proposto no possível dissídio. A categoria reivindica aumento real de R$ 400, piso salarial de R$ 1.635 (hoje é de R$ 806),vale-alimentação de R$ 30 por dia e vale-cesta de R$ 200.
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