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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

 Os defensoress do Nâo no debate da RBA que terminou há pouco se comportaram igual o pugilista que se escora nas cordas com medo de ser nocauteado.

O debate começou com o deputado Zenaldo contestando que os dois novos estados possam atingir cerca de 3 bilhões de reais, afirmando que isso não está previsto no código tributário, no que salame reforçou que o dinheiro tem amparo no codigo com lei complementar de 1982.

Celso sabino questionou da frente do Sim, qual a lei, o artigo que justifica a verba que garantirá a sustentabilidade dos novos estados caso venham a ser criados. Lira Maia com muita segurança disse que o Pará não vai perder nada,já que a união fará a divisão agora entre 29 estados com dinheiro oriundo do Fundo de Participação dos estados(FPE) e com isso vai ser injetado mais recursos no Pará,questionando se 3 é menor que um...

Zenaldo Coutiho continuou perguntando de onde os novos estado vão gerar dinheiro para criação de Assembléias, palácios de governos e outras instituições,tecendo criticas ácidasci dizendo que as propostas do sim não passam de peça de ficção.João Salame rebateu perguntando como O Pará vai melhorar o salário dos Policiais, delegados, professores já que sequer pode pagar 60 reais para atingir o salário base de mil, cento e setenta e sete reais.Salame disse que os argumentos dos defensosres do Não é igual a um pastel de vento, vazio sem nada dentro.

Pelo terceirto Bloco Celso Sabino passou a atacar o deputado Lira Maia relembrando quando o mesmo foi prefeito de Santarém e que não teria feito um bom governo.Lira maia retrucou que o debate estava falando de Plebiscito e não do seu passado politico como prefeito, rotulando o discurso do deputado Celso Sabino como de "discurso decorado" e que não tem nenhuma proposta viável pelo não...Lira Maia citou alguns Municipios paraenses que vivem abandonados sem assistência do pará citando o sofrimento do povo de Jacareacanga na área da saúde.

A frente de defesa do não polarizou o debate falando de união,unidade política para o pará, embora admitindo que os problemas existam,mas que eles existem em todo o pais .No segundo bloco Lira Maia disse que a principio não será construida toda infraestrutura necessária e que o estado poderá governar em prédios que ja existem.

Sabino falou de dados financeiros alegando que os dois estados irão custar 5 bilhões para ser mantido e de onde virá esse dinheiro e como ficará o salário dos servidores?..

Lira Maia recorreu a tática de anunciar que tem documento da direção do IPEA contestando os estudos de viabilidade que foram feitos por um téncnico que não tem aval do Instituto,portando não seriam verdadeiros.

Celso Sabino reafirmou que todos os dados que estava usando no debate eram d estudops do IPEA, IDesp e UFPA e que tem validade.

Para desanuviar a duvida sobre como ficaria a situação dos atuais funcionários do estado colocados em duvidas por Sabino, Salame assegurou que o servidor vai poder optar ,e não vai ter nenhuma perda, ate´porque a União apoiou a realização do Plebiscito porque ele é serio, ratificando que a União vai criar três cotas de repasses,sem que o pará precise recorrer a sua. Salame disse também que o Pará não tem capacidade de investimenstos por isso que precisa ser dividido.

José salame novamente continuou perguntando qual o projeto do Não para o Pará,como não teve respostas criticou Zenaldo novamente afirmando que o governo tucano há 25 anos vem fazendo terrorismos.Sabino lembrou Lira Maia que o tapajós com os 58% de territorio ficará maior que o Pará e já nasce como 3º do Brasil. Diante disso afirmou que a frente do sim é pura contradição quando afirma que o Pará é grande.

Quando zenadlo disse que os dois estaso querem ficar com as riquezas minerais, fauna, flora, recursos hidricos com a dvisão, José salame pereguntou porque o pará que hoje tem mineradoras, hidrelétrica, não melhorou a vida do povo paraense já que existem esses recurtsos.

No terceiro Bloco Zenaldo Coutinho questionou porque o projeto de divisão do tapajós foi feito por senadores de outros estados,citando Mozarildo cavalcante.Lira maia explicou os trâmites que ocorrem na Camara e no senado enquanto se trata de defesa de projetos e que isso não implica em qualquer problema no projeto pelo fato de ter sido Mozarildo o aurtor.

Toda vez que a palavra estava com Zenadlo Coutinho ele fazia questão de lembrar a condição de vice Lider de Salame junto ao governo do estado .Irritado Salame respondeu que era aliado de Simão Jatene e não subserviente nem puxa saco.Lira Maia bateu na tecla de que os novos estados vão desafogar a capital que não precisará mais atender pacientes de outros munipcios.

Celso Sabino

Mas no geral o debate foi polarizado entre a cobrança do não pela citação da lei ou do projeto que justifique de onde virão as verbas para custeio dos novos estados e a frente do Sim questionou o tempo todo qual a proposta do não para desenvolver o Pará, aumentando salários e dando melhores condições de vida aos seus moradores...

TRIBUNA TAPAJONICA.



Nas considerações finais do debate Lira Maia disse que o Nao defende a elite de Belém e não a população pobre, enquanto Celso Sabino continou questionando de onde virá o dinheiro para custear os dois novos estados.Lira Maia disse que terminava o debate mas consciente que a frente do não não tem propostas já que não responderam as perguntas atinentes do debate.

Zenaldo continuou no mesmo tom de criticas afirmando que as propostas do sim são irresponsáveis porque vai retalhar o estado em três regiões empobrecidas. Salame reforçou a discussão afirmando que o partido do Zenaldo Coutinho(PSDB) está há vinte e cinco anos no Poder e não contestou a Lei Kandir que foi bom para o Brasil, mas uma desgraça para o Pará.
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